domingo, 30 de junho de 2013

é outro nível.
é saber.
bebo do meu próprio veneno
você me dá um copo de silêncio
e eu viro.
viro, reviro e me contorço em pensamento



e me afogo
e me INveneno - não me deixa dormir.





pé-com-pé

de outro dia

fujo pela porta da frente
apago meu cigarro no poste da esquina,
voce não está no meu cinzeiro. Não está na fumaça que me atinge, de súbito, a cabeça.
Onde está? São Paulo? Recife? Nova York... Novo Horizonte?
Quero novos ares. te quero nua e a paixão de antes.
mas a memória latente da tua ausência não me deixa
respirar
o ar está denso demais
a tarde já foi embora.




m de mandy

e ela alí, toda errada e perfeita.
tendo me deixado sem argumentos, antes mesmo de dormir.