sábado, 8 de outubro de 2011

40 minutos de epifania: o devir

Eu entendi.
Ficou claro, bem mais claro.
É hora de mudar. Mudar o lugar - sem precisar mudar de lugar.
É hora de ser. De se assumir - não para o mundo, mas para si mesmo.
O clarão que o céu nublado mandou me disse que 40 minutos de epifania não devem ficar presos àquela janela. O vidro nos deixa ver, mas não ultrapassar.
Ultrapassar cabe a mim.
E o devir há de vir para o bem. (Foda-se que você ache ridículo o clichê-trocadilho)
O devir. O destino da palavra. Traçado.
Tornarei-me quem sou




porque agora eu sei que sou.





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