quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Não sei, só vai fazer sentido às vezes.

É preciso aprender a ser só. Não pelas partidas, mas porque é assim que a gente chega.
Aceitar a ser só.
Aceitar que você será sempre o único a saber o real motivo pelo qual seu coração sangra.
É preciso ser completo e só.
Saber que sua simetria bilateral deve ser o suficiente para (sobre)viver.
Não, não é sóbre estar só.
É sobre arrumar o seu quarto como você quer. Ou não arrumar quando não quiser. É sobre levantar ao primeiro toque do despertador ou perder a aula.

(...)


É preciso andar aqueles mesmos quarteirões por diversas vezes ainda com o nó na garganta até saber ser só.


Não sei, só vai fazer sentido às vezes.


[Hello darkness, my old friend,
I've come to talk with you again,
Because a vision softly creeping,
Left its seeds while I was sleeping,
And the vision that was planted in my brain
Still remains
Within the sound of silence.]

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

independência?

Rosto inchado de tristeza
este pôr-do-sol não tem sentido.
Cadê? Cadê os planos se fazendo reais à medida do sonhar?
E esse "sonho" que não acaba nunca? E esse domingo à noite com você chegando que não chega?
A muretinha tá vazia. meu peito tá vazio.
Falta você.
Falta você, pretinha.




[não é independência.
não é morte... mas é como se fosse]